segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Organização procedimento administrativo.

#OrganizarGeraResultados

Para os estudiosos a organização pode significar mais de uma coisa, pode significar uma entidade social, as empresas são um tipo de organização social, pode ser um empreendimento moldado para atingir um determinado objetivo. Existe a organização formal, aquela que está definida no organograma e comunicada através de manuais. Existe também a organização informal, aquela que nasce naturalmente entre as pessoas que fazem parte da organização formal, essas organizações não aparece nos organogramas, nem em qualquer documento formal. Aqui vamos tratar de organização como processo administrativo.

Organização como processo administrativo segundo Chiavenato (1993, p. 258), significa o ato de ORGANIZAR, ESTRUTURAR e INTEGRAR os recursos e os órgãos incumbidos de sua administração e estabelecer as relações entre eles e as atribuições de cada um. Segundo o autor, sendo a organização a segunda função administrativa, então, ela depende do planejamento, da direção e do controle para a formação do processo administrativo, ainda segundo o autor, para que as pessoas possam trabalhar eficientemente em busca dos objetivos, se torna necessário que as atividades sejam agrupadas de forma lógica e a autoridade e responsabilidades distribuídas adequadamente.

Determinar, agrupar e designar as atividades é função da gestão da empresa e, de acordo com a adequação tende a atingir o grau de eficiência necessário para que os objetivos traçados no planejamento sejam atingidos.

A abrangência da organização pode ser feitas a nível global, departamental e por tarefas e operações; no nível global está o desenho organizacional, no departamental encontra-se a departamentalização ou os diversos departamentos e no nível das tarefas e operações é onde encontraremos as descrições e análise de cargos.

Organização Formal:

Os tipos de organização foram estudados por autores da teoria clássica, os autores clássicos estudaram basicamente os aspectos formais da organização: A DIVISÃO do trabalho, a ESPECIALIZAÇÃO, a HIERARQUIA dentro da organização, a AUTORIDADE, a RESPONSABILIDADE, a COORDENAÇÃO etc. Os estudos eram normatizados para que se conseguisse o máximo de eficiência possível, eles davam ênfase nas funções e nas tarefas. As organizações foram classificadas em: Linear, funcional e linha-staff. Nos estudos abordou-se a criação de comissões de estudos dentro das organizações.

REFERÊNCIAS: Autoria das mensagens: Leitura de autores consagrados como: Idalberto Chiavenato, Jack Welch, Peter Drucker, Philip Kotler, Soares Amora e outros. E, artigos diversos na internet.
          SOBRE Altair Pereira – Bacharel em Administração de Empresas - Mais de 30 anos de trabalho em empresas de médio e grande porte, possuidor de forte visão organizacional e de mercado. Com atuação nas áreas: Comercial, Marketing, Recursos Humanos e Vendas.

          AP – Palestras: http://apanweb.wordpress.com/ap-palestras
          contato.apanweb@gmail.com

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Segmentação de mercado para gerar resultados.

@SegmentaçãoMercados

Segundo os estudiosos do marketing, a segmentação de mercados organizacionais, empresas que comercializam seus produtos, insumos e serviços para outras empresas se faz usando as seguintes variáveis da segmentação de mercados consumidores: Variáveis GEOGRÁFICAS, DEMOGRÁFICAS, os BENEFÍCIOS percebidos, a TAXA de uso; além dessas variáveis, os estudiosos apontam também variáveis OPERACIONAIS, COMPRAS, SITUACIONAIS e PESSOAIS.

As variáveis GEOGRÁFICAS referem-se às localidades onde estão localizadas as plantas organizacionais; as variáveis DEMOGRÁFICAS referem-se ao tipo de organizações a serem focalizadas, o seu tamanho e a sua localização que se pretende atender; em relação às variáveis OPERACIONAIS os especialistas apontam a tecnologia, o tamanho das empresas grandes, médias ou pequenas, se já são ou não usuárias dos produtos e serviços ofertados e, também a capacidade de COMPRA do cliente.

Para os especialistas é necessário observação dos fatores SITUACIONAIS, graus de urgências, os prazos de entregas dos produtos e serviços, a aplicação, se específica ou não e, o tamanho dos pedidos.

De acordo com estudiosos sobre segmentação organizacional existem também as características PESSOAIS entre compradores e vendedores, se a empresa deve se preocupar em atender organizações que as convicções pessoais e os valores sejam parecidos entre si; verificar atitudes relacionadas a risco e, verificar o grau de lealdade do consumidor.

ESTRATÉGIAS e PRINCÍPIOS A SER ANALISADOS.

DECISÃO de compras, os especialistas definem as decisões de compras observando a conduta dos POSSÍVEIS clientes, os clientes POTENCIAIS, NOVOS clientes e os clientes SOFISTICADOS; classificando como potenciais aqueles que apresentam características de desejo de comprar do vendedor que conheça suas necessidades, portanto que apresente condições de orientá-los em suas dificuldades e que demonstrem ser de confiança, os novos como o próprio nome sugere, os que já iniciaram a relação de comercial de compras com a empresa e, que começam a exigir atendimento diferenciado, com vendedores e equipe de suporte bem treinados, informações claras e a disposição a todo o momento; os sofisticados, os que exigem rapidez em todo o atendimento, produtos customizados e apoio total.

Os especialistas chamam atenção para o fato que a medida que a relacionamento comercial ganha amadurecimento pode passar a existir mudança na preferência do canal de compra e venda, por exemplo, o cliente que tem a preferência pelo atendimento pessoal do vendedor para negociar e retirar o pedido, pode passar a preferir não mais atender diretamente o vendedor, dando preferência ao relacionamento de compra e venda via telefone. A relação comercial nos dias atuais vem sofrendo grandes mudanças devido ao aumento desenfreado da tecnologia, a facilidade oferecida pelo canal da internet revolucionou segundo os especialistas a relação de compra e venda de produtos e serviços, mas segundo os especialistas não se deve relaxar porque ainda existe uma fatia do mercado que prefere manter o relacionamento comercial tradicional.

REFERÊNCIAS: Autoria das mensagens: Leitura de autores consagrados como: Idalberto Chiavenato, Jack Welch, Peter Drucker, Philip Kotler, Soares Amora e outros. E, artigos diversos na internet.
          SOBRE Altair Pereira – Bacharel em Administração de Empresas - Mais de 30 anos de trabalho em empresas de médio e grande porte, possuidor de forte visão organizacional e de mercado. Com atuação nas áreas: Comercial, Marketing, Recursos Humanos e Vendas.
          AP – Palestras: http://apanweb.wordpress.com/ap-palestras
          contato.apanweb@gmail.com

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Conceito, filosofia, missão e visão organizacional.

@GetãoNegócios

CONCEITO e FILOSOFIA dentro das organizações, segundo os especialistas, os empreendedores e gestores definindo com clareza os conceitos e filosofia a serem seguidos podem levá-los a conseguir os resultados traçados em seus planos com menos STRESS e, facilitando as operações e processos de todos os envolvidos na ORGANIZAÇÃO, empreendedor, gestores, trabalhadores, clientes internos e externos, o estado, enfim, para os especialistas a definição clara de missão e visão tende a levar a organização a operações e processos eficientes e como consequência a eficácia de resultados.

Para os especialistas a conquista de resultados efetivos nas organizações está ligada diretamente a treinamento de todos os atores envolvidos dentro da ORGANIZAÇÃO no que diz respeito ao CONCEITO e FILOSOFIA dos empreendedores, atrelado a definição clara de MISSÃO e VISÃO. Conceito está ligado a definição de missão pelos empreendedores no que se refere a IDÉIA, ao que os empreendedores definem no sentido de qualidade que será oferecido aos consumidores dos seus produtos e serviços e, a ligação da filosofia com a visão segundo os especialistas tem a ver com o amor pelo CONHECIMENTO e o norte seguido pelas ORGANIZAÇÕES.

Segundo especialistas todos os atores dentro das ORGANIZAÇÕES quando estão comprometidos com o conceito e missão definida pelos empreendedores facilita as ações e gera SINERGIA que tende a levar ao sucesso na apuração dos resultados positivos necessários para sustentação e crescimento das ORGANIZAÇÕES. E, filosofia e visão sendo ter um NORTE a seguir, uma visão do que se deseja atingir no futuro, unido ao amor em buscar cada dia mais CONHECIMENTO para facilitar a caminhada rumo ao ponto de chegada planejado sempre focado no objetivo principal que segundo os especialistas é contribuir com o desenvolvimento da sociedade.

As ORGANIZAÇÕES conhecem e tem a disposição a teoria a ser implementada, mas nem sempre fazem uso do que a ciência desenvolveu e, colocou a disposição, devido a esse motivo algumas organizações resistentes a utilização da teoria acabam passando por dificuldades que em alguns momentos chegam a levá-las a condição de falência total.

REFERÊNCIAS complementares: Autoria das mensagens: Leitura de autores consagrados como: Idalberto Chiavenato, Jack Welch, Peter Drucker, Philip Kotler, Soares Amora e outros. E, artigos diversos na internet.
          SOBRE Altair Pereira – Bacharel em Administração de Empresas - Mais de 30 anos de trabalho em empresas de médio e grande porte, possuidor de forte visão organizacional e de mercado. Com atuação nas áreas: Comercial, Marketing, Recursos Humanos e Vendas.
          AP – Palestras: http://apanweb.wordpress.com/ap-palestras
          contato.apanweb@gmail.com

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Autoridade, responsabilidades e suas diferenças.

#Autoridade

O texto trata do assunto resultados eficazes partindo da premissa de atores com AUTORIDADE e com RESPONSABILIDADES sobre os fatos dentro das ORGANIZAÇÕES.

AUTORIDADE tem diversos significados, tem a autoridade nomeada pelo Estado, o Juiz, o Delegado, os Comandantes Militares, Os políticos eleitos pelo povo, enfim, as autoridades públicas; tem a autoridade paterna e materna dentro das famílias; tem as autoridades religiosas; aqui trataremos da autoridade relacionada ao poder de tomada de decisões dentro das ORGANIZAÇÕES privadas com fins lucrativos, que tem objetivos traçados pelas metas dentro de planos pré-estabelecidos.

Os especialistas definem autoridade como: Direito ou poder de decidir, de ordenar, de se fazer obedecer, que cria leis, comanda, influencia, tem prestígio, mas insisto em dizer que aqui trataremos do assunto relacionado a conhecimento, persuasão, poder de conquista, capacidade de liderar e gerar condições para que as equipes empresariais consigam se sentir seguras e confiantes para trabalhar em direção de suas metas buscando eficácia para seus resultados.

As autoridades dentro das organizações se limitam a ordenar e cobrar de forma autoritária e, não como deveria ser, participando ativamente de análises e críticas que possibilitem a criação de estratégias que facilitem correções e criação de novos planos em direção dos objetivos, as autoridades dentro das organizações precisam se conscientizar e entenderem que eles são os principais FACILITADORES para que suas equipes possam conquistar resultados eficazes e sucesso.

As autoridades dentro das organizações precisam compreender que as pessoas que detêm RESPONSABILIDADES só poderão atingir seus objetivos com sucesso através da conivência das AUTORIDADES constituídas dentro das organizações. Quem são as autoridades dentro das organizações? São os executivos, os profissionais nomeados pela organização com poder formal de DECISÕES.

De acordo com especialistas, existe dentro das organizações uma troca grande dos profissionais de gerências intermediárias, isso segundo os especialistas se dá devido a falta de acompanhamento das autoridades nas empresas em se comprometer e entender sua condição de FACILITADOR do negócio.

As AUTORIDADES dentro das organizações precisam se fazer presentes não como cobradores, mas como facilitadores; atores que têm conhecimento e disponibilidade para interferir de forma positiva e empreendedora junto às suas equipes para que juntos encontrem caminhos e alternativas que facilite o percurso em direção aos resultados necessários e desejados para os diversos negócios.

REFERÊNCIAS complementares: Autoria das mensagens: Leitura de autores consagrados como: Idalberto Chiavenato, Jack Welch, Peter Drucker, Philip Kotler, Soares Amora e outros. E, artigos diversos na internet.
          SOBRE Altair Pereira – Bacharel em Administração de Empresas - Mais de 30 anos de trabalho em empresas de médio e grande porte, possuidor de forte visão organizacional e de mercado. Com atuação nas áreas: Comercial, Marketing, Recursos Humanos e Vendas.

          AP – Palestras: http://apanweb.wordpress.com/ap-palestras
          contato.apanweb@gmail.com

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Mercadologia e sua importância em negócios.



@Mercadologia

MERCADOLOGIA ou estudo do mercado é segundo os especialistas o principal ponto a ser trabalhado pelos empreendedores para levar seus negócios a ter sucesso e a se perpetuar no tempo.

O estudo do mercado é para os especialistas a condição básica de sustentação dos empreendimentos de acordo com estudos e opiniões de autores consagrados na literatura da ciência social da administração a MERCADOLOGIA é um pilar de sustentação do NEGÓCIO. Nesse pilar estuda-se: Produtos e serviços, a segmentação, comportamento do consumidor, localização, promoção, planos, estratégias, decisões, organização, controle, enfim, segundo os especialistas o estudo minucioso com planos eficientes dos pontos citados acima tende a levar o empreendimento a se perpetuar no tempo.

PRODUTOS e SERVIÇOS é segundo os especialistas o objeto a ser comercializado pela organização, o produto e ou serviço é adquirido pelos consumidores que usam os seus benefícios. Para KOTLER um produto ou serviço é tudo aquilo capaz de satisfazer a uma necessidade ou a um desejo do consumidor. Os produtos nas empresas são as principais fontes de receita das empresas.

A SEGMENTAÇÃO conforme definição de alguns especialistas no assunto é a definição do público alvo a ser atendido nas suas necessidades e desejos. Ela ocorre quando o administrador passa a agrupar os consumidores com características comuns trabalhando sempre para gerar o maior e melhor resultado possível com o menor esforço possível.

O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR na relação com os mercados. Segundo KOTLER (1998: 162) para ser estudado é preciso responder 02 perguntas básicas:
Como as características do comprador – culturais, sociais, pessoais e psicológicas podem influenciar no comportamento de compra?
Como o comprador toma a decisão de compra?

LOCALIZAÇÃO para os especialistas estudar a possibilidade para a melhor localização para o negócio possibilita a geração de melhores resultados para o negócio. Eles orientam a se tomar alguns cuidados no momento de contratar um endereço para a localização do negócio.

PROMOÇÃO de vendas segundo os especialistas é uma atividade de comunicação que objetiva oferecer incentivos e benefícios adicionais aos consumidores num determinado período de tempo.

A Promoção no sentido amplo da palavra é a comunicação com seu mercado e também com o mercado que se busca conquistar.

A promoção pode ser feita através de várias técnicas, as principais são: promoção de mercadorias, programas educacionais, prêmios, concursos, promoções institucionais, sorteios, ofertas, descontos, liquidações, brindes e outras.

PLANO de AÇÃO, para os especialistas o plano de ação é basicamente formado pelas seguintes perguntas: O QUE FAZER? O objetivo, o que se deseja aonde se quer chegar. COMO FAZER? A estratégia, o caminho a ser seguido para se atingir os objetivos traçados. QUEM FARÁ? Os responsáveis pelo controle dos resultados e pela implementação das ações. QUANTO TEMPO DEVERÁ DURAR O PLANO? É o cronograma, a definição de prazos para apuração de cada ação. E, todo plano tem um custo, portanto, para fechar o plano é necessária a definição do ORÇAMENTO, verbas para custear o plano.

ESTRATÉGIAS são os caminhos a ser percorridos depois da montagem do plano e após a definição dos objetivos de marketing, os administradores devem trabalhar no sentido construir diretrizes, ou seja, implementar ações para atingir com eficácia os objetivos planejados; é através das estratégias que os objetivos serão atingidos.

DECISÃO, considerando que tomar decisão é uma prática de grande importância na mercadologia, não só na mercadologia, mas também em nossa vida no dia a dia, para os especialistas se torna importante investigar e analisar as formas e cuidados utilizados para se tomar decisão, de acordo com
especialistas a decisão é um dos principais componentes responsável pelo sucesso do negócio, é através da decisão que os objetivos traçados no planejamento são atingidos com eficácia. Quando as coisas começam a não sair conforme plano inicial e se tem que fazer uma correção de rumo, é através
de decisão rápida que se monta uma nova estratégia para corrigir o curso do plano inicial.

A ORGANIZAÇÃO pode significar mais de uma coisa, pode significar uma entidade social, as empresas são um tipo de organização social, pode ser um empreendimento moldado para atingir um determinado objetivo. Existe a organização formal, aquela que está definida no organograma e comunicada através de manuais. Existe também a organização informal, aquela que nasce naturalmente entre as pessoas que fazem parte da organização formal, essas organizações não aparece nos organogramas, nem em qualquer documento formal. Este artigo aborda a organização como processo administrativo.

De acordo com Chiavenato (1993, p. 258), significa o ato de organizar, estruturar e integrar os recursos e os órgãos incumbidos de sua administração e estabelecer as relações entre eles e as atribuições de cada um. Segundo o autor, sendo a organização a segunda função administrativa, então, ela depende do planejamento, da direção e do controle para a formação do processo administrativo, ainda segundo o autor, para que as pessoas possam trabalhar eficientemente em busca dos objetivos, se torna necessário que as atividades sejam agrupadas de forma lógica e a autoridade distribuída adequadamente.

A MERCADOLOGIA se utiliza com muita frequência da organização como processo administrativo, assim como se utiliza também do processo de controle comentado a seguir.

CONTROLE, os especialistas afirmam que a finalidade principal do controle nos processos é assegurar que os resultados planejados sejam atingidos, enfim, que os objetivos previamente estabelecidos sejam atingidos. O controle verifica o andamento das atividades planejadas se estão sendo executadas com eficiência e os resultados alcançados são os planejados, ou seja, os resultados desejados. O controle é considerado guia para buscar eficácia dos resultados.

REFERÊNCIAS complementares: Autoria das mensagens: Leitura de autores consagrados como: Idalberto Chiavenato, Jack Welch, Peter Drucker, Philip Kotler, Soares Amora e outros. E, artigos diversos na internet.
          SOBRE Altair Pereira – Bacharel em Administração de Empresas - Mais de 30 anos de trabalho em empresas de médio e grande porte, possuidor de forte visão organizacional e de mercado. Com atuação nas áreas: Comercial, Marketing, Recursos Humanos e Vendas.
          AP – Palestras:  http://apanweb.wordpress.com/ap-palestras
          contato.apanweb@gmail.com

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Desenvolvendo e Concluindo Projetos de Pesquisas.

@EnsinoAprendizagem

A escolha do tema e a metodologia da pesquisa, de acordo com estudiosos pode determinar a importância e a qualidade da pesquisa. O exemplo de projeto de pesquisa básico a seguir é utilizado em conclusão graduação (TCC), em conclusão de pós-graduação - Lato Sensu (MONOGRAFIAS), em conclusão de mestrados – Strictu Sensu (DISSERTAÇÕES) e as (TESES) de confirmação de eficácia de projetos nas conclusões dos doutoramentos. Cada degrau apresenta a sua complexidade e suas particularidades distintas. OBS: Os gestores de negócios podem se basear no modelo para desenvolver estudos que possibilitem a solução de problemas em suas organizações e, com isso trabalhar para perpetuação de suas organizações.

Tema:
Os especialistas afirmam que a escolha do tema facilitará o desenvolvimento do trabalho, o tema poderá ser inédito ou não.

Justificativas:
A justificativa é o motivo que leva a montagem do projeto, a intenção em contribuir com a solução de um determinado problema ou, planejamento e a estratégia para desenvolver, inovar e incrementar negócios ou, buscar soluções para assuntos diversos.

Problemas:
Como o próprio nome sugere, problema é uma situação que incomoda e, portanto, precisa de solução.

Delimitação do problema
A delimitação do problema e a definição do tamanho, onde começa e onde deve terminar, são os parâmetros a ser seguido no projeto.

Objetivo geral
O objetivo geral é o objetivo macro que desejamos atingir com o projeto, pode ser um projeto para solução de um problema existente ou, pode ser planejamento para melhoria dos mais diversos assuntos.

Objetivo específico
O objetivo específico é o objetivo desejado para os mais diversos projetos, são os detalhes de cada projeto é a resposta específica para as perguntas que devem ser respondidas dentro dos projetos.

Público Alvo:
É o público que o projeto tem como objetivo beneficiar, esclarecer suas dúvidas e gerar soluções almejadas de acordo com os diversos assuntos estudados.

Hipóteses:
São as diversas possibilidades de resultados que o projeto pode atingir.

Metodologia:
É o método que será utilizado na realização do projeto, o tipo de estudo que será feito, se bibliográfico, documental, se experimental ou não, se qualitativo, se quantitativo, se com entrevistas estruturadas ou não, com observação, se com estudo comparativo sobre fatos específicos enfim, é a forma de coleta de dados e a estrutura que conterá no estudo.

Abordagem:
Dialética ou não, analítica ou não, se buscará informações novas ou não, verificação e aplicação do conhecimento já existente.

Método de análise de dados:
Análise de conteúdo com resumos e recomendações.

Procedimento:
O procedimento será histórico? Será Comparativo? Serão efetuadas investigação de acontecimentos e sua influência na sociedade hoje e comparações verificando semelhanças e analisando divergências.

Técnicas:
Indireta. (pesquisas bibliográficas e documentais) ou, direta (pesquisa experimental de campo)

Conclusões e recomendações:
As conclusões e recomendações são oferecidas para análise e crítica do público alvo visando contribuir e ampliar as possibilidades de êxito do resultado do estudo apresentado. OBS: Os estudos precisam ser validados por especialistas e órgãos competentes.

Referências:
CARIBE, Yuri.  O professor como pesquisador. In, Formação de Docentes para Ensino Superior; São Paulo: Uninove EaD, Janeiro 2014.
CASTRO, L. M. C. A universidade, a extensão universitária e a produção de conhecimentos emancipadores. In: ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO. Caxambu, MG. Anais da 27ª Reunião. 2004.
REFERÊNCIAS complementares: Autoria das mensagens: Leitura de autores consagrados como: Idalberto Chiavenato, Jack Welch, Peter Drucker, Philip Kotler, Soares Amora e outros. E, artigos diversos na internet.
          SOBRE Altair Pereira – Bacharel em Administração Geral de Empresas, especializado em administração de marketing e docência universitária - Mais de 30 anos de trabalho em empresas de médio e grande porte, possuidor de forte visão organizacional e de mercado. Com atuação nas áreas: Comercial, Marketing, Recursos Humanos e Vendas. De vendedor de cocadas na rua até gerente de produtos da segunda maior varejista de eletro e móveis do Brasil. Quer ajuda? @altairpereira1957.

EVC-NTC = MUDAR é preciso.

BORA agir. Fácil ou difícil é questão de ponto de vista.

Site: https://canva.link/ebmr1ex90vx339l

https://canva.link/run8py3jpelt419

7 Princípios Para Gestão Eficiente

Link do produto: https://go.hotmart.com/N105539700Q?dp=1

Link de vendas: https://go.hotmart.com/N105539700Q

EDITADO EM 30 DE JUNHO DE 2026.

          

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Professor e a construção de pesquisas.

#EnsinoPesquisaExtensão

“Tripé”, “Trilogia” / Pesquisa, ensino e extensão: De acordo com especialistas o ensino e a aprendizagem têm evoluído muito, mas ainda precisa avançar muito. Hoje já temos um número maior de docentes preocupados em pesquisar e incentivar a pesquisa, número maior do que o número de profissionais ligados a educação que existiam até o início do século XXI.

A LDB de 1996 é uma das grandes responsáveis em despertar nos profissionais da educação a necessidade de refletir mais sobre investigar mais na busca de conhecimentos que possa ajudar e facilitar na solução de problemas culturais, econômicos, políticos e sociais que facilite a vida das comunidades locais e também da população como um todo.

Os docentes têm uma responsabilidade grande em despertar nos discentes o interesse pela pesquisa científica, tecnológica e cultural. Os docentes devem estar mais preparados e são teoricamente mais experientes para orientar e despertar nos alunos a necessidade de construir seu próprio aprendizado.

De acordo com a LDB 9394/96, todo conhecimento construído, desenvolvido, para ter validade ele deve ser divulgado pelos diversos meios disponíveis, a publicação das descobertas podem e devem ser feitas de formas escrita, visual e, hoje tem uma forma de divulgação totalmente democrática para divulgação de novas descobertas, a internet está aí para facilitar a divulgação dos mais diversos estudos.

As suas pesquisas, os seus estudos podem ser divulgados em Blogs e Sites e ficar disponível a todos os cidadãos de forma democrática e desburocratizada.

Pesquisa, ensino e extensão:

Cabe aos professores a missão de procurar desenvolver nos alunos o interesse em desenvolver a construção do seu conhecimento, a pesquisa é uma ferramenta, um meio eficiente para que esse objetivo seja atingido. Cabe ao professor mostrar ao aluno que no mundo de hoje não basta ter diploma, o conhecimento, o aprender a aprender é que coloca o cidadão em melhores condições culturais, econômicas, políticas e sociais. O conhecimento deve ser sempre divulgado.

REFERÊNCIAS:
Autoria das mensagens: Leitura de autores consagrados como: Carlos Cipriano Luckesi, Luis Carlos Freitas, Paulo Freire e outros. E, artigos diversos na internet.

CARIBE, Yuri. O professor como pesquisador. In, Formação de Docentes para Ensino Superior; São Paulo: Uninove EaD, Janeiro 2014.

SOBRE Altair Pereira - Bacharel em Administração de Empresas - Mais de 30 anos de trabalho em empresas de médio e grande porte, possuidor de forte visão organizacional e de mercado. Com atuação nas áreas: Comercial, Marketing, Recursos Humanos e Vendas.
         

        altair.flavio@gmail.com
        http://facebook.com/altairpereira1957
       http://lattes.cnpq.br/6686653610938155

Ebook: https://go.hotmart.com/I5078315S

ANEXO: PLANO de ENSINO
                 CURSO: Gestão Mercadológica
                 Disciplina: Mercadologia e varejo.

1.    IDENTIFICAÇÃO
          NOME: Altair Flávio Pereira
          TITULAÇÃO: Pós-graduação
          SEMESTRE – MÓDULO
          PERÍODO: Diurno ou noturno - EAD
          CARGA HORÁRIA: Semanal (02 horas) e Semestral (40 horas)
          CURSO: Gestão MERCADOLÓGICA
          DISCIPLINA: Mercadologia e Varejo.

2.    PROCESSO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA E CONTINUA.
          Ementa: A competição existente nos dias atuais exige atualização e desenvolvimento Educacional continuado, para acompanhar o contexto social, político e econômico, a disciplina Marketing e Varejo através dos seus conceitos e competências colaboram para análise de situação das organizações para atender as necessidades do mercado, bem como utilizar ferramentas e estratégias como diferencial, sempre em busca de melhoria de qualidade na prestação de serviços e com isso aperfeiçoar relacionamento positivo com clientes para investir no aumento de produtividade nas organizações.
3.    OBJETIVOS:
3.1 Objetivo Geral:
           Estimular desenvolvimento de habilidades e competências para a gestão de Marketing no Varejo com suas implicações no ambiente organizacional.
          3.2 Objetivos Específicos:
          No término do semestre, o aluno deverá se encontrar apto para avaliar a importância da gestão de Marketing no Varejo. Essa avaliação se tornará possível através da construção de conhecimentos adquirido no curso.
          A disciplina Marketing no Varejo disponibilizará conteúdo que possibilitará ao aluno compreender e verificar necessidades e desejos dos consumidores e, tendências de mercado, verificar valores agregados a produtos e serviços, a trabalhar para fidelizar clientes e implementar ações de divulgação de marcas, com isso levar a organização ao crescimento e desenvolvimento sustentável.
4.    CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
          O conteúdo programático será basicamente relacionado a MARKETING, com abrangência no varejo, com isso pretendo enriquecer a matéria e oferecer aos alunos possibilidades de ampliar seus horizontes na construção dos seus conhecimentos.
          4.1 Marketing:
          Conceito para as Empresas.
          Sua importância e seus objetivos.
          Processo: pesquisa, segmentação, seleção e posicionamento de mercado. Análise de oportunidades de mercado: Identificação de segmentos de mercados e seleção de mercado alvo.
          Estratégias e seleção de mercado.
          Atividades dos responsáveis pelo processo de Marketing.
         Características da comunicação persuasiva do Marketing.
          O papel e o propósito do marketing na economia e na sociedade.
          Ética e responsabilidade social.

5.    MÉTODOS – TÉCNICAS – RECURSOS
          Aulas expositivas com auxílio de lousa, retroprojetor, projetor multimídia e outros (70%).
          Atividade extraclasse: Trabalhos em grupo e individual (resenhas e ensaios) com material coletado nos livros, revistas, jornais, Internet e literatura acadêmica.
          Estudos de casos e artigos diversos, debate oral em sala de aula e fórum eletrônico  (30%).
6.    AVALIAÇÃO
          A avaliação é assunto tratado no plano de ensino para dar conhecimento aos envolvidos no processo de ensino e aprendizagem sobre critérios utilizados pelo professor com a anuência da instituição, dando conhecimento aos alunos de forma clara sobre o que será avaliado. A avaliação deve ser continua e diversificada. A avaliação é constituída por AI1 e AI2. AI1 = avaliação interdisciplinar, com peso 1 - Compreende as práticas acadêmicas, como semanas, eventos, participação nas aulas e questões interdisciplinares.
          AI2 = avaliação interdisciplinar com peso 2.- Implica os conceitos necessários à construção da práxis acadêmica e profissional, com foco na disciplina em questão. Portanto: [AI 1 + (AI 2)2 / 3] = ou > 7,0 para aprovação.
          A avaliação é o momento da apuração, de verificar o andamento do processo ensino-aprendizagem, é nesse momento devemos corrigir rumos caso os objetivos traçados referentes a conteúdos e construção de conhecimento, estejam abaixo do que foi planejado. No caso de estar tudo andando de acordo com o planejamento então, é manter o percurso pedagógico e, procurar incrementar ainda mais.
          CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS
          Aula Conteúdo programático Estratégia
          1. Apresentação da disciplina -  Aula expositiva
          2. Introdução ao Marketing - Aula expositiva
          3. O varejo e suas mudanças radicais  - Aula expositiva
          4. Canais de distribuição - Aula expositiva
          5. Composto de MARKETING - Dinâmica de grupo.
          6. A Administração Varejista - Aula expositiva
          7. Localização - Aula expositiva
          8. Estudo de Caso
          9. Discussão de Caso - Debate em sala de aula
         10. Comportamento do consumidor - Aula expositiva
         11. Alimentos de conveniência - Aula expositiva
         12. Verificação do aprendizado - elaboração do posicionamento Laboratório de informática
         13. Hipermercados - Aula expositiva
         14. Erros na seleção da localização – Aula expositiva
         15. Ciclo de compras - Aula expositiva
         16. Formação de Preços - Aula expositiva
         17. Imagem da loja - Exercícios - Serviços na Web Seminários
         18. Promoção - Aula expositiva
         19. Texto para leitura e discussão - Resenhas crítica
         20. Propaganda - Aula expositiva
         21. Texto para discussão - Debates em sala de aula
         22. Serviços e distribuição - Aula expositiva
         23. Venda pessoal - Aula expositiva
         24. Estudo de caso - Exercício em sala de aula Estudo de caso
         25. Discussão de Caso - Exercício para entregar Debates em sala de aula
        26. Marketing direto - Aula expositiva
        27. O futuro do varejo - Aula expositiva
        28. Planejamento de Marketing - Aula expositiva
        29. Estratégias de MARKETING - Aula expositiva
        30. Mídias - Dinâmica de grupo.
        31. Segmentação - Aula expositiva
        32. Plano de MARKETING - Aula expositiva
        33. Atividade de verificação do assunto - Gerenciamento dinâmica de grupo
         34. Plano de ação - Aula expositiva
         35. Texto para análise - Debates em sala de aula
         36. Qualidade - Aula expositiva
         37. Gestão de vendas - Aula expositiva
         38. Prova final
         39. Devolução da prova e comentários - Atendimento ao aluno
         40. Encerramento Atendimento ao aluno
        
          BIBLIOGRAFIA:
          Bibliografia Básica:
          LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing de Varejo. 2. Ed. - São Paulo: Ed. Atlas, 2000.
          PARENTE, Juraci. Varejo no Brasil: Gestão e Estratégia – 1. Ed – 11. Reimp. São Paulo:  Atlas, 2011.
         Bibliografia Complementar:
          BERNARDINO, Eliane de Castro. Marketing de varejo / Eliane de Castro Bernardino, Mauro Pacanowski, Nicolau Khoury, Ulisses Reis. – 3. Ed. – Rio de Janeiro: Editora FGV, 2008.
http://www.brasil.gov.br/sobre/economia/setores-da-economia/comercio-e-servicos . São Paulo. google, Consulta feita em: 24/06/2013 – 15h44.
          MAC ADDEN, Daniel Oscar. Marketing direto para o varejo / Daniel Oscar Mac Adden. – 1. Ed. – São Paulo: Saraiva e Editora SENAC São Paulo, 1995.
          RODRIGUES, Valter. Marketing no Varejo. 10ª Edição. São Paulo: Globo, 1997.     

SUZUKI, Iara. Didática no Ensino Superior, módulo 02. Uninove, São Paulo, 2013